quinta-feira, junho 18, 2009

A aposta

Este é o último artigo que aqui é publicado. Consiste na descrição da aposta que fiz com o meu irmão, iniciador deste blog.

Eu aposto que no dia 1 de Janeiro de 2030 a população humana na Terra estará, pelo menos, 5% (cinco por cento) abaixo do seu máximo de sempre.

O meu irmão aposta que no dia 1 de Janeiro de 2030 a população humana na Terra estará no seu máximo conhecido.

Se a população humana na Terra, no dia 1 de Janeiro de 2030, estiver menos do que 5% abaixo do seu máximo de sempre, nenhum de nós ganha ou perde a aposta.

Aquele que perder a aposta proporcionará um almoço no que fôr considerado o melhor restaurante de Portugal para a totalidade de ambas as respectivas famílias.

Esse almoço terá lugar num dia a combinar do primeiro trimestre de 2030. Considera-se restaurante qualquer casa onde sejam servidas refeições a troco de dinheiro ou géneros. Portugal é considerado com as fronteiras de hoje. Considera-se família todos os nossos ascendentes, todos os nossos descentes e todos os que forem considerados companheiros de vida nossos e/ou dos nossos descendentes no máximo de um companheiro por cada um de nós e/ou dos nossos descendentes. Poderão ser admitidas pessoas adoptadas na família através de processos devidamente legalizados.

Esta aposta resulta da minha crença firme no colapso e na observação de que a medida mais fiável de colapso é a população.

Um cheirinho do porquê desta aposta:
THE TIGHTENING CONFLICT: POPULATION, ENERGY USE, AND THE ECOLOGY OF AGRICULTURE
"The End of the Line"
Dead Pool -- Imagining the Future of the American Southwest
The Crash Course
A River of Books
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terça-feira, junho 16, 2009

Gelo fundido no tecto do mundo

The effects of climate change are dramatically illustrated at the world's "third pole", so-called because the mountain range locks away the highest volume of frozen water after the north and south poles.

The 1956 photograph of the Imja glacier, then one of the largest glaciers at an altitude of around 5,000m, shows a layer of thick ice with small meltwater ponds. But by the time Byers took his shot in 2007, much of the glacier had melted into a vast but stunning blue lake. Today, the Imja glacier, which is just 6km from Everest, continues to recede at a rate of 74m a year - the fastest rate of all the Himayalan glaciers.

Nepal's average temperature has increased by 1.5C since 1975. A major UN Environment Programme report last year warned that at current rates of global warming, the Himalayan glaciers could shrink from 500,000 square kilometres to 100,000 square kilometres by the 2030s - a prediction supported by the rate of retreat seen in Byers' pictures.

Imja is one of 27 glacial lakes in Nepal classified as potentially dangerous. If the moraines which dam the lake are breached, thousands of lives in the most densely populated Sherpa valley in Nepal are at risk from flooding and landslides.

Himalayan glaciers also feed into major Asian river systems including the Ganges, Indus, Mekong and Yangtze. If glacial meltwaters turn to a trickle, widespread droughts will threaten the 1.3 billion people that depend on water flowing in those rivers.

Captured On Camera: 50 Years Of Climate Change In The Himalayas